Materiais de construção têm uma dinâmica própria: itens pesados e volumosos em que o frete pode representar uma fatia enorme do custo, demanda que vem em lotes (uma obra compra muito de uma vez) e sensibilidade a preço que varia bastante entre a commodity (cimento, vergalhão) e o item de acabamento (louças, metais). Precificar tudo igual é o erro que come a margem.
Frete é parte do preço, não um detalhe
Em produto pesado, ignorar o custo real de frete por região destrói a conta. O mesmo SKU pode ser lucrativo para entregas próximas e prejuízo para o outro lado do país. A precificação precisa considerar peso, dimensão e destino — a mesma lógica de calcular a margem por canal, com o frete no centro.
- Custo de frete por peso/dimensão embutido no piso de preço
- Atenção a produtos volumosos onde o frete supera a margem
- Preço coerente com a política de frete de cada marketplace
Commodity vs. acabamento: elasticidades opostas
Cimento e vergalhão são commodities: o comprador compara centavo a centavo, então são altamente elásticos e a briga é de eficiência. Já itens de acabamento e marcas específicas toleram mais margem. Separar os dois grupos e dar estratégia distinta a cada um é onde a margem aparece.
Demanda em lote e giro
A compra por projeto gera picos: um pedido grande pode limpar seu estoque de um SKU. A PriceMoon lê giro e estoque por produto, protege margem no item escasso de alta procura e propõe recuperação de vendas no que está parado — sem que você precise vigiar cada linha do catálogo à mão.
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